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Transtorno do Deficit de Atenção e Hiperatividade

Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade é um distúrbio que atinge 5% das crianças e adolescentes de todo o mundo.

1. Resumo

Há alunos que apresentam comportamento muito agitado, tomam os brinquedos de seus colegas, andam de um lado para o outro e não conseguem ficar muito tempo sentado no mesmo lugar. Não conseguem terminar as tarefas solicitadas e, em alguns momentos, demonstram atitudes agressivas e um comportamento que geralmente pode ser confundido com indisciplina, mas na verdade pode ser uma característica do distúrbio de atenção. Esse distúrbio atinge 5% das crianças e adolescentes de todo o mundo: é chamada de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade. É muito importante conhecer os sintomas deste transtorno para a lidar com a situação de maneira confiante. A demora em diagnosticar o caso pode trazer sérias consequências para o desenvolvimento da criança.

Palavras-Chave: Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade; Educação; Diagnóstico; Intervenção; Cotidiano Escolar.

abstract

There are students who exhibit behavior very busy, to mam-toys of their colleagues, walking from one side to another and can not get much time sitting in one place. They can not complete the required tasks and, at times, show aggressive attitudes and behavior that can often be mistaken for indiscipline, but actually may be a feature of the disorder of attention. This disorder affects 5% of children and adolescents throughout the world: it is called Attention Deficit Disorder and Hyperactivity. It is very important to know the symptoms of this disorder to deal with the situation confidently. The delay in diagnosing the case could have serious consequences for child development.

Keywords:Attention Deficit Disorder and Hyperactivity; Education; Diagnosis; Intervention; School Everyday.

2. Introdução

O intuito desse artigo é poder orientar e ajudar muitos profissionais que lidam com crianças a entenderem e aprenderem sobre como diferenciar um distúrbio de aprendizagem de um comportamento indisciplinado. Além disso, estará abordando a importância da intervenção psicopedagógica no cotidiano escolar.

Após pesquisas na internet, livros, congressos e vídeos direcionados ao tema Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), ficou comprovado que os profissionais da educação, precisam ser orientados em como lidar com alunos tanto com indisciplina e falta de limites, como saber diferenciar do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). É muito importante orientar os professores caso venham perceber que um aluno demonstre agitação repetitiva, falta de atenção, dificuldades de relacionamento, entre outros, para saberem diferenciar uma situação da outra. Deixando claro que o sintoma de TDAH não se restringe apenas a uma criança agitada, mas que uma criança quieta ao extremo também pode ser portadora desse distúrbio.

O professor precisa ser auxiliado em como buscar ajuda caso o comportamento venha a persistir, o apoio e parceria da escola são de grande importância para juntos encaminharem o aluno para especialistas da área, como Psicólogo ou Psicopedagogo entre outros, que possam fazer a intervenção e um eventual tratamento.

3. HISTÓRIA DO TDAH

O TDAH foi explicado e apresentado pela primeira vez em 1902 por um pediatra inglês (George Still). Ele observou algumas alterações no comportamento de várias crianças atendidas em seu consultório e, segundo esse médico, tais comportamentos não podiam ser atribuídos a falhas educacionais, mas pareciam ter um determinante biológico incapaz de ser demonstrado.

O grupo de crianças que Still selecionou para realizar o estudo, não correspondia exatamente ao que se considera hoje como TDAH, pois estavam inclusas as crianças com deficiência mental, crianças com lesões cerebrais e crianças epiléticas, porém todas elas apresentavam alguns traços em comum: um acentuado grau de inquietação, uma dificuldade de atenção, e também uma dificuldade de aprender com a experiência, e por mais que recebessem ensinamentos, essas crianças voltavam a praticar os mesmos erros.

O transtorno de déficit de atenção/hiperatividade é uma forma usada para relacionar um transtorno de desenvolvimento específico, que é observado tanto em crianças como em adultos, destacando uma inibição comportamental, atenção sustentada, resistência à distração e também a regulação do nível de atividade da pessoa.

A hiperatividade teve muitos nomes no decorrer dos anos, tais como: síndrome da criança hiperativa, reação hipercinética da infância, disfunção cerebral mínima e transtorno de déficit de atenção (com ou sem hiperatividade). Após grupos de psiquiatras realizarem pesquisas, chegou-se à conclusão de que o TDAH é um transtorno da inibição da auto regulação.

Em 1980, a associação Americana de Psiquiatria adotou oficialmente o termo Transtorno do Déficit de Atenção e no ano de 1994 foi atualizado para Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TODA/H), onde o acréscimo da barra inclinada significa que o problema pode ocorrer com ou sem o componente de hiperatividade, inicialmente considerado o sintoma mais importante e definidor do quadro.

3.1 O TDAH E SUAS IMPLICAÇÕES NO AMBIENTE ESCOLAR

Alguns estudos foram realizados no Brasil por profissionais da educação  e apontaram que 87% dos portadores de TDAH repetem o ano na mesma série mais de uma vez, comparados a 30% dos estudantes que não eram portadores deste transtorno.

Foi observado que 48% dos portadores de TDAH já haviam sido expulsos de outros colégios onde estudavam frente a 17% e 2%, respectivamente, do grupo de não portadores, 81% das crianças com TDAH apresentaram desempenho inferior ao esperado para a sua faixa de escolaridade, apresentaram um atraso escolar de pelo menos um ano ou mais, e apenas 19% apresentaram desempenho escolar compatível com o esperado para a sua idade.

O TDAH é considerado um distúrbio infantil, podendo prejudicar a aprendizagem no âmbito escolar, pois existem relatos de pais e professores de crianças portadoras do TDAH de que prejudica todo rendimento escolar, mesmo que a criança demonstre interesse e capacidade de aprender.

Por isso, é muito importante que o professor e toda a equipe pedagógica estejam bem informados sobre as possibilidades de tratamento do quadro de TDAH, incluindo a medicação e como ela age no sistema nervoso central e sobre os comportamentos inadequados, além de entender que as melhoras ocorrem no aumento do foco, da atenção, na execução, na caligrafia, nas habilidades motoras finais e na melhora dos relacionamentos interpessoais.

Para Barkley (2002), prognosticar uma criança pode se tornar mais difícil, pois ela pode apresentar comorbidades, ou seja, pode apresentar, além do TDAH, outro quadro clínico, como o transtorno de aprendizagem, presente em 20 a 30% dos alunos com TDAH, ou o Transtorno Desafiador Opositivo presente em 50% das crianças com TDAH e problemas de conduta, também presentes de 15 a 25% dos portadores do transtorno.

Atualmenteexistem informações de todo tipo sobre as dificuldades e transtornos de aprendizagem, mas infelizmente o sistema educacional é desenvolvido para alunos que não apresentam nenhum déficit de aprendizagem, e não estão preparados para receber uma criança com o diagnóstico e nem tão pouco podem observar a possibilidade de um aluno ser portador de TDAH.

Os alunos que possuem distúrbios e estão inseridos no meio de alunos que não apresentam nenhum problema, muitas vezes são tratados de uma forma preconceituosa e com muito despreparo da parte dos professores e coordenadores, não oferecendo assim nenhuma assistência e apoio necessário a esse aluno.

Com muita frequência as crianças consideradas difíceis dentro da sala de aula são vistas e rotuladas pela escola como uma criança hiperativa, e muitas crianças que sofrem com o transtorno acaba permanecendo sem ser diagnosticada e em todos os casos, o problema de aprendizado e de humor também são ignorados com frequência.

A educação inclusiva é uma escola que precisa ser ampliada para a participação de todos e deve estar familiarizada com  as informações básicas do TDAH. Por conta disso é muito importante que todo o corpo docente esteja preparado para trabalhar com uma criança que apresente qualquer distúrbio ou transtorno e, ao perceber alguma característica diferenciada, imediatamente encaminhar a criança para uma avaliação psicopedagógica.

O professor precisa ter experiência e criatividade para poder elaborar uma variedade de alternativas, para poder avaliar qual delas funciona melhor em cada situação. É muito importante que o professor seja capaz de modificar a forma de aula e se adequar ao estilo de aprendizagem da criança.

É de grande importância usar a criatividade em sala de aula, elaborando uma aula que seja atrativa tanto para as crianças que apresentem sintomas do TDAH, como para as demais, uma aula bem elaborada e cativante, poderá despertar a vontade dessa criança em aprender.

4. ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DO TDAH EM CRIANÇAS

O TDAH é um transtorno com forte componente genético, por isso é muito comum vermos várias pessoas de uma mesma família com esse transtorno, quando se diagnostica uma criança.

Por ter conotação genética, a Hiperatividade reforça a ideia de que é um transtorno hereditário, apresentando outras ideias sobre possíveis causas deste transtorno, uma delas seria a hiperatividade como disfunção orgânica, pois envolve diversas áreas do cérebro na determinação do quadro do hiperativo.

É preciso ficar atento para os movimentos de cada aluno em sala de aula, pois o professor é a pessoa mais próxima da criança, e poderá observar cada comportamento e atitude desse aluno, para poder distingui-lo do TDAH ou indisciplina e poder encaminhá-lo para uma possível avaliação e acompanhamento psicopedagógico. As crianças hiperativas são capazes de aprender, mas encontram dificuldades no desempenho escolar devido ao impacto que os seus sintomas causam.

A identificação da idade em que aparecem os sintomas é muito importante, pois tem início precoce e habitualmente dos seis ou sete anos de vida já pode ser percebido pelos pais quando a criança começa a enfrentar os desafios no convívio com outras crianças, pessoas com TDAH geralmente apresentam o mesmo comportamento na escola e também em casa.

Algumas caraterísticas de uma pessoa portadora do TDAH serão apresentadas a seguir tais como:

Não consegue se concentrar em palestras, aulas, leitura de livros; demonstra dificuldades em terminar um livro, a não ser que seja muito interessante; fala excessivamente; gesticula e tem dificuldades em realizar atividades em silêncio; parece não ouvir quando o chamam e muitas vezes são interpretados como egoístas e desinteressados.

Quando participa de uma conversa pode distrair-se e prestar atenção em outras coisas, principalmente quando está em grupos. Às vezes capta apenas partes do assunto ou enquanto "ouve" já está pensando em outra coisa. Demora muito para iniciar uma tarefa que exija longo esforço mental, possui dificuldade em seguir instruções, em iniciar, completar e só então, mudar de tarefa, muitas vezes são chamados de irresponsáveis o que dificulta o tratamento.

São desorganizados com objetos como: mesa, gavetas, arquivos, papéis e etc. Não conseguem fazer o planejamento do tempo, apresenta problemas de memória em curto prazo: perde ou esquece objetos, nomes, prazos, datas. Quando está falando, pode ocorrer um "branco" e a pessoa esquecer o que ia dizer. São desassossegadas e que não permanecem sempre nas mesmas atividades, só conseguem permanecer quietos quando estão dormindo. Podem demostrar excesso de movimentos sem motivos para a realização de uma tarefa, como ficar mexendo os pés e as pernas, dar tapinhas nas coisas, balançar-se quando estão sentados ou mudar de posição ou postura enquanto estão realizando algumas tarefas que possa aborrecê-los.

Outra característica de quem apresenta um quadro de TDAH na escola é a falha na produção da escrita, tanto no seu aspecto gráfico, quanto no ortográfico, dificuldade para compreender, interpretar e produzir textos esquece instruções, direções e lições, memoriza com muita dificuldade as informações, muitas vezes distrai-se com seus próprios devaneios.

Existem casos em que as crianças podem se mostrar completamente desatentas, desconcentradas, a viverem no mundo da lua, perdidas nos seus próprios pensamentos, não apresentarem nenhum comportamento agitados, são quietas demais, e mesmo sem apresentarem nenhum sinal de inquietação, essas crianças também podem ser consideradas portadoras do Transtorno do Déficit de Atenção.

A hiperatividade pode acontecer em muitos outros distúrbios psíquicos, não sendo, portanto uma marca característica das pessoas portadora do TDAH. É muito importante observar com atenção tanto uma criança inquieta ao extremo como também a criança que fica quietinha no seu canto, que não fala e não participa das aulas como as demais crianças, pois muitas vezes o professor presta mais atenção somente naquele aluno que não para quieto e se esquece de observar aquela criança não se manifesta em sala de aula. Metade das crianças com TDAH seguirão tendo sintomas problemáticos de desatenção ou impulsividade na idade adulta. Mas quando já estão adultos costumam ser mais capazes de controlar o comportamento e mascarar as dificuldades.

4.1 O TDAH EM ADOLESCENTES E SUAS CARACTERÍSTICAS

As características de um adolescente com TDAH são semelhantes às crianças com o mesmo transtorno, apenas com diferenças decorrentes do próprio amadurecimento e das circunstancias próprias da faixa de vida em que se encontra.

De forma semelhante à criança, o adolescente tem dificuldade de ficar concentrado nas aulas, em leituras, a não ser que a leitura também seja do seu interesse, caso contrário logo fica entediado e acaba abandonando a prática de leitura. Geralmente estuda pouco ou nada para as provas e reluta em fazer atividades escolares que exija concentração, como pesquisas em livros, trabalhos demorados, etc.

Apresenta dificuldades para completar todas as tarefas escolares e do cotidiano em geral, até procura se esforçar para começar e terminar um trabalho escolar, mas imediatamente se sente atraído por algo que possa proporcionar mais prazer, como uma partida de futebol, ou um colega conversando.

Alguns adolescentes portadores de TDAH iniciam várias atividades de uma vez, porém conseguem terminar somente algumas dessas atividades ou nenhuma delas, pois sempre pulam para outra atividade sem terminar a primeira e nunca chegam ao final. De forma aparecida com a criança, o adolescente com TDAH é muito desorganizado e para entender melhor o que se passa nessa etapa de vida de um adolescente, é importante ressaltar que em relação à criança, os pais atuam como se fosse o lobo frontal do cérebro delas que ainda está pouco desenvolvido e, portanto, não realiza bem as funções executivas ou de autocontrole.

Para Barkley (2002):

(...) Um transtorno do desenvolvimento do autocontrole que consiste em problemas com os períodos de atenção, com o controle do impulso e o nível de atividade. [...] Esses problemas são refletidos em prejuízos na vontade da criança ou em sua capacidade de controlar seu próprio comportamento relativo à passagem do tempo – em ter em mente futuros objetivos e consequências. Não se trata apenas [...] de uma questão de estar desatento ou hiperativo. Não se trata apenas de um estado temporário que será superado, de uma fase probatória, porém normal, da infância. Não é causado por falta de disciplina ou controle parental, assim como não é o sinal de algum tipo de “maldade” da criança. (p. 35).

Mas à medida que o adolescente vai crescendo, as tarefas que antes eram desempenhadas pelos pais vão sendo deixadas por conta do adolescente, mas no caso do portador de TDAH, ocorre um prejuízo na aquisição dessas suas dificuldades em organizar diferentes atividades como: planejar as coisas que precisam ser feitas em prazos adequados, selecionar o que precisa ser feito primeiro ou o que pode ser adiado.

O adolescente com TDAH costuma se comportar como se ainda fosse uma criança nesse sentido, e é isso que os pais costumam pensar, que o adolescente com o transtorno é muito infantil e que precisa e gosta de sempre ficar dependente, às vezes os pais até tentam transferir para o adolescente o gerenciamento de parte da sua vida, porém não obtêm nenhum sucesso.

Mesmo demonstrando ser mais impaciente e inquieto que os colegas da mesma idade, um adolescente com TDAH já não é tão hiperativo quanto uma criança, e por causa do amadurecimento fisiológico, um adolescente não é mais visto subindo nos móveis, pulando e correndo como ele fazia quando tinha menos idade, mas se compara-lo com outros adolescentes da mesma faixa de idade, observa-se que o seu grau de atividade é maior que os que não apresentam o transtorno.

Os professores se encontram numa posição melhor que os próprios pais, pois podem observar a diferença constantemente e ao mesmo tempo de adolescentes e também crianças que convivem em uma turma onde todos estão aproximadamente, com a mesma idade e com isso, os professores podem ver claramente as diferenças entre as características de comportamento que são próprias da idade e aquelas que se destacam do grupo.

Os adolescentes geralmente agem com impulsividade e sempre tomam decisões precipitadas como mudança de escola, término do namoro, ou mesmo nas reações impensadas nos relacionamentos com as pessoas próximas é uma característica que pode ter consequências sérias, pois vivem sempre em uma busca constante de novidades e fortes emoções e é por isso que ele se dedica a esportes radicais e vive à procura de tudo que proporciona desafios.

O adolescente com TDAH tende a ter oscilação comportamental e por conta disso ficam predispostos ao uso de drogas se não forem orientados a tempo, podem apresentar também sérios problemas em aceitarem as normas escolares, o que pode leva-lo a ter dificuldades com as regras sociais e as leis.

Até poucos anos atrás, esperava-se que no final da adolescência os sintomas do TDAH pudessem regredir com ou sem o tratamento, e que, na fase adulta, o individuo ficasse livre das características que apresentavam quando criança.

Mas infelizmente não é isso o que acontece, pois o problema tende, na maioria das vezes, a persistir na vida adulta, deixando consequências sérias e tornando a pessoa portadora do transtorno, mais vulnerável para sofrer de outros problemas associados ao TDAH.

4.2 DIFRENCIANDO O TDAH DA INDISCIPLINA

Um comportamento indisciplinadoé qualquer ato ou omissão que contraria alguns princípios do regulamento interno ou regras básicas estabelecidas pela escola, pais, professor e pela comunidade.

Dentro da escola a indisciplina é uma resposta negativa à autoridade do professor.Se a repreensão funcionasse, a indisciplina não seria apontada como o aspecto da Educação com o qual é mais difícil lidar em sala de aula.

Os própriosalunos acreditam que o problema vem crescendo.A indisciplina é a transgressão de dois tipos de regras. O primeiro: são as morais, construídas socialmente com base em princípios que visam o bem comum, ou seja, em princípios éticos. Por exemplo, não xingar e não bater.

Sobre essas, não há discussão: elas valem para todas as escolas e em qualquer situação. O segundo são as chamadas convencionais, definidas por um grupo com objetivos específicos, são os que não respeitam as figuras que representam autoridade, que geralmente entram na sala de aula de maneira grotesca, sem pedir licença, abusa de colegas sem receio de serem punidos, não obedecem a regras e nem os próprios pais.

Quando o aluno age dessa maneira para com a escola e com os profissionais que trabalham nela, a relação entre aluno-professor, aluno-diretor, aluno-coordenador e aluno-inspetor, torna-se desequilibrada.

O aluno não aceita o professor ou a sua disciplina, com isso o professor acaba se desesperando, pois se vê frente a uma situação de impotência porque não consegue mais fazer da sala de aula e do conteúdo planejado, um momento de interatividade e comunhão e, por não conseguir motivar o seu aluno, despertá-lo e cativá-lo para o conteúdo aplicado, o professor começa a entrar em um estado de frustação e desanimo.

São muitas as razões para que uma criança venha mostrar uma atitude de indisciplina, o que pode leva-la a um baixo rendimento escolar, razões que às vezes são ignoradas e até deixadas passar despercebidas, como: problemas emocionais, baixo nível intelectual, dificuldades de leitura, dificuldades auditivas ou visuais, entre outras.

São alguns sintomas de que algo está errado e deve-se encaminhar a criança observada para uma avaliação com vários especialistas para então descartar a hipótese de que seja um sintoma de TDA/H, pois é um transtorno considerado importante responsável do fracasso escolar de uma criança.

Alguns motivos da indisciplina de uma criança pode soar como grito de socorro, é como se estivessem emitindo alertas de que alguma coisa de ruim está acontecendo, é como se estivesse querendo falar algo ou pedir ajuda e a forma de conseguirem obter a atenção das pessoas é agindo de forma indisciplinada.

Existe diversos tipo de indisciplina: a indisciplina por falta de correção, e também pelo excesso de correção, pode ser de inserção social ou escolar, excessiva proteção dos pais, carências sociais e forte influência de ídolos violentos que estão visíveis na mídia e etc.

São fatores não podem de maneira alguma passar despercebidos. Não é aceitável que rotulem um aluno que não consegue se concentrar, ou até mesmo ficar quieto, como uma criança que seja hiperativa, muitas das vezes é uma criança indisciplinada, e como aprendemos, essa indisciplina pode ser um grito de socorro. Para a indisciplina existe a educação e para o TDAH o tratamento.

 Em alguns casos o professor pouco pode fazer o que acaba levando o professor a passar por vários momentos de sentimentos negativos e se não estiver preparado, pode leva-lo a um quadro de depressão e professores desmotivados provocam nos alunosnotável desinteresse por aquilo que se pretende ensinar.

O professor deve ser claro e justo ao planejar e executar o que foi acordado com os alunos. A alteração das regras pode provocar indisciplina. Um aluno indisciplinado aprende pouco e se aprende pouco, fica desinteressado e desanimado.

O aluno ainda pode trazer para a sala de aula os valores e atitudes com as quais convive e apreende, como emprego de palavras de baixo escalão, gestos e atitude, a indisciplina pode ser em alguns casos, um reflexo da ausência de condições e falta de estrutura para uma adequadaeducação familiar.

O que não significa que toda criança indisciplinada seja de um baixo nível econômico social, em muitos casos, são crianças de famílias com alto poder aquisitivo, pois isso depende muito da educação fornecida pelos pais, independentemente do nível de escolaridade ou profissão.

Quando uma criança apresenta imaturidade,vadiagem, desatenção, incapacidade de fixação, baixo rendimento escolar e agressividade, devem ser analisados com urgência, considerando-se os sintomas de alguns distúrbios mais profundos tanto fisiológicos, como emocionais.

O TDAH pode ser confundido com indisciplina, a diferença é que um portador de TDAH apresenta baixo rendimento escolar, falta ou excesso de agitação e enquanto uma criança apenas indisciplinada tem capacidade de acompanhar o restante da classe, o portador de TDAH não consegue, não fixa a memória sempre está atrasado e não consegue terminar as atividades junto com os colegas da sala, uma criança indisciplinada acostuma-se com a mudança de rotina o portador de TDAH não.

Existem diferenças claras entre TDAH e indisciplina: O TDAH é um transtorno mental que gera forte impacto ao longo da vida do indivíduo e podendo ser tratado através de medicamentos, procedimentos psicoterápicos e psicoeducacionais.

Portanto, a indisciplina é uma questão meramente educacional e não gera tanto impacto acadêmico e social. Nesse caso, procurar terapia e orientação familiar com profissionais especializados ajuda a resolver o problema.

5. POSSIVEIS TRATAMENTO DO TDAH

A primeira e mais importante etapa do tratamento é a conscientização do paciente e dos familiares, esse é o primeiro passo para um tratamento e muitas vezes, o mais importantes de todos.

Logo depois que o profissional se certificar que está diante de um caso de TDAH, precisa dispor de tempo e muita paciência para explicar detalhadamente para os pais e para a própria criança e de que forma o transtorno poderá estar comprometendo o funcionamento daquela criança, estar pronto para responder a todas as dúvidas que surgirem feitas pela família.

Um grande inimigo do tratamento é a má informação, podendo ser mais desastrosa do que a falta de informação. Muitas vezes as pessoas chegam aos profissionais com uma bagagem de informações obtidas pela mídia, conhecidos e o pior de tudo, por outros profissionais também mal informados. É fundamental que todos esses mitos e informações erradas sejam esclarecidos de forma correta para a família, desfazendo então os mitos que foram inoculados.

Para todos os estágios de hiperatividade é muito importante que as crianças sempre sejam recompensadas de alguma forma quando elas apresentarem um comportamento adequado ou quando conseguirem terminar as tarefas de modo correto, isso serve de incentivo para que continuem a melhorar o comportamento dia após dia.

O tratamento do TDAH deve ser multimodal, ou seja, precisa ser uma combinação de medicamentos, orientações aos pais e também aos professores além da psicoterapia, que é indicada para o tratamento do TDAH, conhecida também como Terapia-Cognitivo Comportamental, que no Brasil é uma atividade exclusiva de psicólogos, e até o momento não existem comprovações cientificas de que existam outras formas de psicoterapias que possam auxiliar nos sintomas e tratamentos do TDAH.

Por se tratar de um transtorno neurobiológico ligado a uma disfunção na região pré-frontal do cérebro, de origem genética, o TDAH é tratado com remédios, que devem ser associados à psicoterapia.

Alguns estudos científicos, realizados por médicos psiquiatras, relacionaram que o consumo de alimentos ricos em ômega-3, melhora a concentração e a memória, aumentando a motivação e a velocidade de reação, aumentam as habilidades motoras e previne doenças degenerativas.

O TDAH é um problema de ordem psiquiatra, pois é o profissional recomendado para fazer o diagnóstico, o caminho até o diagnóstico do TDAH não fácil, é preciso contar com o apoio de uma equipe multidisciplinar.

Existem estágios avançados e reduzidos do TDAH, para cada um deles existe um tratamento diferenciado.

Em estágios avançados, os especialistas indicam o uso de medicações, em outros, simples programas de modificação do comportamento são capazes de diminuir o nível de atividade ou desatenção.

O importante é que pais e professores também recebam orientações sobre como lidar com a criança que apresenta o problema. Nesses casos são usados alguns tipos de medicamentos.

Em um tratamento Transtorno do Déficit e Hiperatividade,  um dos fatores mais importantes é o re-treinamento comportamental e cognitivo de forma que a pessoa passe a manter o foco nas tarefas diárias e não mais se perder em atividades desnecessárias. 

Onde pode ser incluídos: medicamentos, acompanhamento psicológico, e outras atividades onde a criança possa dar vazão à energia dela, não se esquecendo da importância que tem o apoio da escola e também do professor.

5.1 A IMPORTÂNCIA DE UM BOM DIAGNÓSTICO

A tarefa de um especialista em diagnosticar uma criança com TDAH é algo que precisa ser feito com maturidade e muita experiência. Sabe-se que não existem exames complementares que por si só venham constatar ou diagnosticar o transtorno.

Em qualquer suspeita de TDAH, a criança precisa ser encaminhada para uma avaliação médica constituída por questionários para os pais e também para os professores, encaminha-la para avaliação psicológica, tanto a criança como a família, onde possa ser aplicados testes de QI e também psicológicos, os exames completos mentais, nutricionais, físicos, psicossociais e de desenvolvimento, são muito importante para iniciar um diagnóstico.

O diagnóstico é afirmado após várias observações desses especialistas como psiquiatras, psicólogos e neurologistas, após todos esses procedimentos a criança poderá ser encaminhada para intervenções e acompanhamento de um psicopedagogo.

O acompanhamento do desempenho da criança é feito através de testes neuropsicológicos e medidas fisiológicas da atenção, do controle inibitório, da organização e planejamento da rotina, pois é muito importante estabelecer uma rotina para a criança que seja diagnosticada com TDAH. A rotina facilita o desenvolver de suas habilidades, pois o diagnóstico é interdisciplinar.

É imprescindível conhecer toda história de vida da criança através de uma anamnese realizada com muito cuidado e atenção, deve-se estar atento a todo relato  da família e também observar todo o  contexto educacional, procurando saber o desenvolvimento dessa criança no ambiente escolar.

A história de queixas com o mesmo relato deve ser minunciosamente pesquisado, pois uma anamnese adequada pode incluir aspectos ligados a mudanças no ciclo de vida da criança e da família.

O psicopedagogo poderá utilizar varias técnicas para coletar dados cognitivos e também psicanalíticos, e poderá ser utilizado desde a fase do diagnóstico até a fase de intervenção educativa, o psicopedagogo deve ser o elo principal entre a família e os especialistas envolvidos durante o tratamento do TDAH, o seu papel é diagnosticar e esclarecer aos pais que, o transtorno não tratado, gera inúmeras complicações para o seu portador como; angústia, desânimo, medo, infelicidade e depressão.

Para Barkley (2002), as intervenções devem ser aplicadas de forma coerente e devem incluir estratégias proativas de como saber manipular eventos antecedentes para evitar comportamentos desafiadores e estratégias reativas, como fornecer consequências, por exemplo, dando reforço positivo imediatamente ao comportamento desejado. Os professores devem permitir o uso de computadores e de outros recursos tecnológicos para administrar as intervenções em sala de aula.

Todas as pesquisas que foram realizadas por médicos psiquiatras deixaram evidente que o tratamento medicamentoso é o mais recomendado para reduzir os sintomas do TDAH, mas os alunos ainda não ficam na “faixa típica de funcionamento” e os efeitos sobre déficits acadêmicos e sociais são menos acentuados.

As limitações do uso de medicação levaram a enfoques multimodais de tratamento de TDAH para aperfeiçoar a probabilidade de melhoras em longo prazo em termos de estado comportamental e acadêmico destes alunos.

Em alguns casos, é aconselhado que o medicamento para a hiperatividade  seja interrompido durante as férias e retomado quando as aulas começarem novamente. Essa intervenção pode limitar alguns dos efeitos colaterais prolongados desses medicamentos.

Após as férias inteira sem o medicamento, seria de grande utilidade deixar que o aluno ao terminar as férias, frequente as primeiras semanas de aula sem qualquer medicação. Levando em consideração que esse período agirá como um teste para determinar se a criança pode ou não passar sem o medicamento.

Quando o TDAH é diagnosticado corretamente, a criança pode aprender a se adaptar à deficiência. Aprende a conhecer as suas limitações e as implicações que ele acarreta e, através de um tratamento adequado, consegue levar uma vida tranquila.

5.2 Contribuições psicopedagógicas para um portador de TDAH na escola

A psicopedagogia foi criada com o intuito de atender a uma demanda, que apresentassem dificuldades de aprendizagem, e que geralmente vem acompanhada de TDAH. O psicopedagogo pode atuar em diversas áreas de forma terapêutica e preventiva, podendo assim compreender todos os processos de desenvolvimento e também das aprendizagens humana, recorrendo a várias estratégias e ocupando-se dos problemas que possam surgir.

O psicopedagogo pode desempenhar uma prática docente, envolvendo a preparação de profissionais da educação, ou atuar dentro da própria escola para poderem trabalhar com uma criança que apresente o transtorno, é um trabalho árduo que necessita de muito empenho e dedicação, precisa de muita informação e uma intensa relação com a família dessa criança e que não seja apenas um profissional da educação, precisa ser acolhedor, e transmitir confiança tanto para a criança, quanto para a família.

Cabe ao professor detectar possíveis perturbações no processo de aprendizagem e encaminhar a criança ou adolescente para uma avaliação psicopedagógica. Portanto o psicopedagogo poderá participar da dinâmica de relações da comunidade educativa a fim de favorecer o processo de integração e troca, promover orientações metodológicas de acordo com as características dos indivíduos e grupos; pode realizar processo de orientação educacional, vocacional e ocupacional, tanto na forma individual quanto em grupo.

O trabalho psicopedagógico consiste em atuar diretamente sobre a dificuldade escolar apresentada pela criança, procurando suprir essa defasagem e trabalhando para reforçar o conteúdo possibilitando condições para que novas aprendizagens possam ocorrer e orientar os professores em planejar atividades que possam atrair o portador do TDAH.

Ao fazer as intervenções com antecedência, o psicopedagogo poderá apresentar um grande passo para minimizar o impacto negativo que o TDAH traz à vida da criança. Mas quando ela não é tratada no momento certo, podem ocorrer experiências negativas de ordem social, pessoal, familiar e escolar que permanecem na adolescência e fase adulta.

Na escola é necessário que haja alguma forma em que possa beneficiar a criança portadora do TDAH, ficar atento para o histórico das famílias e estar o mais próximo possível de todos, procurando estar em contato com os responsáveis, firmando assim um vinculo verdadeiro com o intuito de ajudar o aluno e toda a família, o profissional precisa dar importância às mesmas coisas que os pais dão ser é uma escola que complete a educação que o aluno recebe em casa ou completar o que falta.

A escola desempenha um papel de grande importância ao observar uma criança hiperativa, pois geralmente nos intervalos de aula, ela costuma se meter em brigas e confusões, ou prefere as vezes brincar sozinha,  essa criança estará sempre tentando chamar a atenção e se comporta como se fosse alienada. As meninas que sofrem desse transtorno, são mais distraídas, falam demais ou simplesmente se isolam.

Os meninos não conseguem firmar amizades por muito tempo, são muitos agitados e sempre interrompem as aulas. Na idade escolar, uma criança com sintoma de hiperatividade, começa a ter que resolver os próprios problemas, sem a presença da família para interceder por elas.

Um comportamento que antes era visto com engraçadinho ou imaturo, passa a não ser mais tolerado e precisa então aprender a lidar com as regras, estruturas e também com os limites estabelecidos pela instituição escolar organizada e geralmente demora certo tempo para que se ajuste bem com as expectativas da escola.

Um dos fatores que mais dificultam o rendimento escolar da criança hiperativa é o déficit de atenção, pois em todo momento sua atenção em sala de aula é requisitada pelos colegas e professores.

Se a criança hiperativa tem dificuldades de atenção, toda sua aprendizagem pode estar comprometida. A atenção da criança é flutuante, pois qualquer barulho ou movimento a impede de concentrar-se no que começou a fazer.

A criança não consegue memorizar o que aprendeu devendo então ser ensinado novamente no dia seguinte para que possa ser memorizado o conteúdo do dia anterior. O professor não deve exigir a atenção demasiadamente, pois, aumenta a tensão emocional da criança e reduz sua capacidade de prestar atenção.

A falta de atenção e concentração, como também a excessiva atividade motora em uma criança hiperativa, interfere na aprendizagem levando ao baixo rendimento escolar, como também a um desequilíbrio no convívio familiar. 

É importante que as escolas estimulem os profissionais a fazerem cursos de capacitação em como trabalhar com uma criança que apresente qualquer tipo de dificuldades, tanto de aprendizagem, como dificuldades físicas de locomoção, visão e audição. Uma escola preparada, treinada e orientada, está pronta para receber todo o tipo de aluno, aplicando o direito a inclusão escolar.

A função de um psicopedagogo não se restringe apenas em intervir e diagnosticar, mas também tratar o TDAH. Existem vários métodos para serem aplicados em um possível tratamento, um deles são os jogos que exijam a concentração.

Trata-se de um instrumento importantíssimo no tratamento de um portador de TDAH, o jogo permite que se estabeleçam regras.

Quando a criança aprende e brinca, ela ocupa o mesmo espaço transacional no qual razão e emoção, objetividade e subjetividade se encontram. Para jogar, é preciso exercitar uma lógica e uma ética, pois não basta apenas jogar bem para ganhar, é preciso ganhar com dignidade.

Por isso, o jogo é um material de extrema importância na intervenção psicopedagógico, pois possibilita o exercício das lógicas racionais e afetivas, fazendo-se necessário para a ressignificação dos aspectos patológicos relacionados com a aprendizagem humana.

As terapias ajudam as crianças a se autovalorizarem e a encontrarem alternativas para se adaptarem socialmente. A ludoterapia, a psicopedagogia, o psicodrama, podem ser técnicas valiosíssimas para serem usadas no tratamento de crianças hiperativas.

6. Considerações finais

Espero que este trabalho venha colaborar com todos os que atuam na área da educação.

É um trabalho baseado em diversas pesquisas realizadas na internet, em livros e vídeos, onde foi destacada a importância não apenas em ter conhecimento e saber lidar com o transtorno do TDAH, como também a fazer o diagnóstico e a  intervenção no momento adequado.

Pretendo com isso reforçar os alerta emitidos às escolas, de que o TDAH e todos os transtornos e síndromes são problemas real e que estão presente em praticamente todas as instituições escolares.

Precisamos acordar para esses problemas e nos especializarmos para que  juntos possamos trabalhar e ajudar as nossas crianças que gritam por ajuda.

É importantíssimo que o professor e toda equipe pedagógica que esteja em contato boa parte do tempo com as crianças, saibam diferenciar o TDAH de casos de indisciplina.

Mesmo que seja uma criança que apresente somente um quadro de indisciplina, é possível intervir, tratar e ajudar, na maioria das vezes só podemos perceber que o aluno apresenta dificuldades quando começa a frequentar a escola.

O problema maior acontece quando os pais são comunicados, e deixamos clara a suspeita do problema, muitos pais não aceitam, negando que seu filho possa ter TDAH.

É uma situação delicada e complicada, pois é nesse momento que deve haver uma sintonia entre psicopedagogo, escola, pais e todos os especialistas.

Ao suspeitar e observar comportamentos duvidosos de uma criança é preciso encaminha-la com urgência para uma avaliação com equipes multidisciplinares, fazendo com a criança entenda que a avaliação não é uma forma de puni-la, mas de acompanha-la e ajuda-la como também a todas as pessoas da família envolvidas, fazer com que se sintam acolhidas e não investigadas.

A formação de um educador é um processo que não tem um fim, pois o mundo está cheio de informações, onde tudo já se fez e pensou várias coisas foram escritas e criadas em diversas áreas do conhecimento, não existe algo novo em meio a tanta informação,  onde pude apenas complementar com as minhas próprias palavras.

Em meio a tantas informações no que se refere à criança com TDAH, apenas busquei entender e compreender o que era na integra a hiperatividade e como separar o sintoma do TDAH de outros problemas relacionados.

Busquei referências bibliográficas, profissionais especializados e sites relacionados ao tema para que pudessem me indicar os caminhos a serem seguidos.

7. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BARKLEY, MURPHY. Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade. Porto Alegre: Artmed, 2009.

BARKLEY, R. A. Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. Porto Alegre: Artmed, 2002.

BELLINI, EDYLEINE, O transtorno de Déficit de Atenção e as suas implicações educacionais.

DIRECIONAL EDUCADOR.Cidade: São Paulo, editora Grupo Direcional, Outubro, 2011, 7ª edição.

BENCZIK, Edyleine Bellini Peroni. Transtorno de Deficit de Atenção/Hiperatividade: Atualização diagnóstica e terapêutica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002.

GENTILE, P. Indisciplinado ou Hiperativo. Nova escola. São Paulo: Editora Abril, 2000.

GENTILE, Paola. Indisciplinado ou hiperativo. Nova Escola, São Paulo, Editora Abril n. 132, p. 30-32, maio. 2000.

LIBÂNEO, J. Organização e gestão da escola: teoria e prática. Goiânia: Alternativa, 2001.

MUSZKAT, M.; MIRANDA, M.; RIZZUTTI, S. Transtorno do déficit de atenção e Hiperatividade. São Paulo: Cortez Editora, 2011.

PORTO, OLIVIA. Bases da psicopedagogia: Diagnóstico e intervenção no problema de aprendizagem. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2011.

ROHDE, Luis Augusto; Mattos Paulo & Cols. Princípios e Práticas em TDAH: Transtorno de Déficit de Atenção/ Hiperatividade. Porto Alegre: Artmed, 2003.

8. REFERENCIAS CONSULTADAS

LANCET. A. Hiperatividade com Déficit de Atenção-Equipe ABC da Saúde. Disponível em: www.psicosite.com.br.tex/inf/tdah01.htm. Acesso em 20 de Jun 2012.

SCHUWARTZMAN, J. Transtorno de Déficit de Atenção. Cd. Mennon Mackenzic. Disponível em: http://www.psicopedagogia.com .br/artigos/artigo.asp?entrID=426. Acesso em: 10 Julho.2012.

www.psicopedagogiabrasil.com.br – Acesso 11 Julho 2012

www.abpp.com.br Acesso 12-13 de Julho 2012

www.tdah.org.br Acesso 14 de Julho 2012

www.direcionaleducador.com.br – Acesso 15 Julho 2012

http://www.dda-deficitdeatencao.com.br/tipos/desatento.html  Acesso11 ago 2012

http://www.namochila.com/comportamento/115-nomundodalua.html  Acesso11 ago 2012

http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/indisciplina-503228.shtml  Acesso 11 ago 2012

http://www.youtube.com/watch?v=8vn_q5Ie9Nw  Acesso 12 Ago 2012

http://www.youtube.com/watch?v=8vn_q5Ie9NwAcesso 05 Set 2012, 06 Set 2012.

http://www.youtube.com/watch?v=rGhrcH54L44&feature=relmfuAcesso 07 Set 2012

08 set 2012.

http://www.minhavida.com.br/saude/temas/tdah Acesso 17 Set 2012.

Por eliane de castro


  • quarta-feira | 12/02/2014 | Maria Weitz


    muito bom!



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