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Evasão nas Aulas de Educação Física do ensino médio: quais os objetivos

A evasão nas aulas de educação física no ensino médio, é um dos fatores que mais preocupam os professores.

1. RESUMO

Com esta pesquisa a nossa intenção foi de analisar e verificar os motivos da evasão  dos alunos do Ensino Médio nas aulas de Educação Física. A pesquisa envolveu uma escola pública da Zona oeste do rio de janeiro no bairro de campo grande, bem como 20 alunos do Ensino Médio não participantes das aulas Educação Física.

Realizamos um levantamento bibliográfico e, em seguida, a  pesquisa de campo, aproveitando como método de  observação  50 horas/aula, aplicação de questionário para alunos e entrevista com alunos.

A partir deste artigo foi possível observar que o professor precisa repensar a sua metodologia para fazer suas aulas mais atrativas, uma vez que a matéria  Educação Física não é só reprodução de movimento e esporte, mas um mecanismo para esclarecer, estimular e incentivar os alunos do quanto é importante a prática de atividade física para o corpo e mente  e que atividade física regular  contribui para uma vida saudável. Todavia, os educandos do ensino médio devem compreender que a aula de Educação Física é uma prática e esta prática leva benefícios no seu desenvolvimento cognitivo, afetivo e motor.

Palavras-chave: Educação Física. Ensino Médio. Evasão .

2. INTRODUÇÃO

De acordo com D’Ambrósio (2004), citado por Neto, Álvaro Rego e colaboradores (2010) a educação é como um processo de humanização que ocorre ao longo da vida em diferentes contextos de socialização, como a casa, a rua, o trabalho, a igreja, a escola, entre outros espaços e tempos. Ainda afirmam que isso acontece ligado à aquisição e à articulação de conhecimentos de origem popular e científica, na medida em que (re) organiza, (re) incorpora e (re) cria tais saberes. Sendo assim, para que possamos pensar em um processo educacional sistematizado na escolarização, é fundamental levar em consideração os aspectos que fazem parte da cultura dos educandos.

Tudo que propormos é um mecanismo para se pensar como a educação física, introduzida  no processo de escolarização, constitui um componente curricular que assimila as significações sobre ha cultura de movimento humano.

Nesse sentido, esses estudiosos mencionam que é considerado um dos aspectos da cultura dos educandos como elementos que estabelecem  a sua interação com a escola no geral e que, em particular, preconizam condutas e aspirações para com a disciplina Educação Física, esses aspectos têm relação com o objeto do presente artigo que aborda a evasão escolar.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, Lei nº 9.394/96 estabelece através da seção I, artigo 26, parágrafo 3º, a integração da Educação Física ao currículo da Educação Básica, de caráter obrigatório a partir da Lei 10.328/2001 e a Lei 10.793/2003 em que faculta a sua prática em alguns casos, De igual maneira os Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN’s, estabelecem parâmetros unificados que atendam as diversas necessidades para que o professor possa conseguir o desenvolvimento pleno de todos os alunos e, não apenas, dos mais aptos.

Analisando o Ensino Médio observa-se que somente os alunos mais aptos participam das aulas, por serem considerados os “melhores” e os que não gostam de praticar esportes somente servem de observadores. Sendo, assim as aulas de Educação Física devem ser mais dinâmicas para motivar todos os alunos a praticarem atividades físicas.

Os objetivos que motivam este trabalho são: levantar os principais  motivos da evasão das aulas de Educação Física no Ensino médio; identificar como os educadores de educação Física irão motivar os alunos a participarem de suas aulas; e categorizar os métodos  que os professores utilizarão para dar flexibilizar  suas aulas

O trabalho justifica-se por buscar  identificar como os educadores irão motivar os alunos do Ensino médio a participarem das aulas de Educação física visando  flexibilizar  as práticas pedagógicas. E com tudo isso,  possam melhorar a forma de como o conhecimento é passado, diminuindo a evasão tão observada nesta etapa.

3. REFERENCIAL TEÓRICO

3.1 Educação Física Escolar

Os Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN’s (BRASIL, 1998) relatam que numa aula de Educação física não basta apenas fazer exercícios, mas, sim vivenciar experiências e ter relações interpessoais. Pois os aspectos corporais são mais evidentes, e a aprendizagem esta vinculada à experiência prática, o aluno precisa ser considerado como um todo no qual aspectos cognitivos, afetivos e corporais estejam relacionados em todas as situações.

Brasil (1998) ainda ressalta que o processo de ensino e aprendizagem em Educação Física, portanto, não se restringe ao simples exercício de certas habilidades e destrezas, mas sim de capacitar o indivíduo a refletir sobre suas possibilidades corporais e, com autonomia, exercê-las de maneira social e culturalmente significativa e adequada.

A Educação Física na escola é vista como uma disciplina complementar, como se ela fosse menos importante do que Matemática, História ou Língua Portuguesa. É preciso compreender que a Educação Física é uma disciplina obrigatória do currículo escolar e que apenas apresenta uma metodologia diferenciada.

A Educação Física Escolar, conforme Balbe (2008) tem como um de seus objetivos atuar no sentido de criar uma interação e socialização entre seus alunos visando uma vida saudável. O autor afirma que o professor de Educação Física Escolar tem, por meio de atividades atrativas, seduzir seus alunos ao hábito da cultura corporal de movimentos, explicando e estimulando seus alunos sobre a importância de se fazer atividades físicas e assim criar hábitos saudáveis. Deve assumir a responsabilidade de formar um cidadão capaz de posicionar-se criticamente diante das novas formas da cultura corporal de movimento enquanto componente curricular da Educação Básica deve assumir então uma outra tarefa: introduzir e integrar o aluno na cultura corporal de movimento, formando o cidadão que vai produzi-la, reproduzi-la e transformá-la.

3.2 ENSINO MÉDIO E EVASÃO ESCOLAR

Suraya Darido e colaboradores (2004) ressaltam que através do tempo passou-se a ter uma preocupação muito grande com o Ensino Fundamental, visto que é o período de maior cuidado, orientação e formação, no entanto, cerca de 70% dos alunos do Ensino Médio cursam no período noturno, o qual segundo a nova LDB 9394/1996, o Ensino de Educação Física para os alunos do noturno é facultativo.

Carla Ulasowicz e joão Raimundo pereira Peixoto (2004) ainda afirmam que esportivização excessiva das aulas de Educação Física, afasta os alunos das aulas, visto que há muitas diferenças entre os alunos, além de se repetir a escolha de determinado esporte para meninos e outro para meninas e permanecer preso a isso, sem promover uma cultura corporal do movimento como é pregado, por exemplo, nos PCNS.

Os alunos se desmotivam em função de aulas repetitivas e da falta de artifícios que os atraiam pra aula. O conteúdo das aula precisam mudar,temos que direcionar as aula pra conteúdos fora do esporte,temos que aplicar conteúdos onde todos possam participar de todas as formas,incluindo meninos e meninas. Com isso não só os mais habilidosos e os praticantes de atividades física farão as aula. participarão todos independente de classe,religião,peso ou sexo,assim não fiacarm alunos dispersos nas aulas.

Pudemos perceber durante o período de pesquisa que o esporte na escola é um tema que ainda gera discussões. Esta polêmica surge porque ainda temos professores que não se sentem seguros em aplicar outros conteúdos além do esporte. A escola precisa resgatar sua identidade pedagógica no qual é sua função. Vimos professores que não fazem planos de aula e com isso suas aulas não ficam teorizadas o suficiente pra se trabalhar áreas que devem ser abordadas pelo professor.

Em nossas observações em artigos e pesquisa com alunos vimos que os conteúdos e as metodologias aplicadas também são fatores que afastam os alunos das aulas, aulas estas rotineiras que privilegiam só o esporte, praticando a mesma atividade fazendo com que o alunos tenha o mesmo conteúdo desde a educação básica até o ensino médio.

Vários fatores chamaram nossa atenção e o que mais nos constrangeu foi o que os alunos encaravam as aulas de educação física como uma disciplina sem importância para ficar na grade curricular, havia muitos  conteúdos repetitivos e que eles nunca praticariam no seu dia a dia, além de não motivar a prática permanente de exercícios fora da escola.

Segundo Almeida (2007) os procedimentos didáticos pedagógicos do professor também influenciam na qualidade das aulas e, conseqüentemente, na motivação dos alunos. O professor que leva a sério o que faz e que alia a sua competência técnica ao compromisso de ensinar, desperta a criatividade e conduz os alunos a reflexão através do lúdico, pode não ter alunos desinteressados ou desanimados. Ao adotar estes procedimentos, o professor leva grande vantagem sobre as outras disciplinas escolares, pois a Educação Física, por si só é uma prática motivadora e que permite abordar uma grande variedade de temas e assuntos relacionados na maioria das disciplinas existentes no currículo de uma instituição, podendo promover um ensino mais desafiador e interessante para os alunos e professores.

De acordo com as referencias pesquisadas, destacamos segundo alguns autores os fatores da evasão nas aulas de Educação física, são elas:

Darido,Suraya Cristina (2004) ressalta que os praticantes que já possuem certa habilidade, recebem do professor uma atenção diferenciada enquanto os demais alunos acabam se distanciando das atividades físicas.

Fulle, Alexandra (2005), já afirma que a infraestrutura; as Condições ambientais; a atuação do professor (a) (desinteresse demonstrado nas aulas, comportamento, atenção/relacionamento com os alunos, maneira de ministrar as aulas, poucas explicações/informações) influencia diretamente as aulas ministradas.

Martinelli, Rodrigues Camila (2006), alega que o profissional contribui para o desinteresse dos alunos, pois os métodos utilizados para desenvolvimento das aulas, conteúdos pouco relevantes, relacionamento com os alunos, pois é através desta relação aluno/professor que irá motivar a participação.

Marzinek, Adriano e Neto, feres Alfredo (2007), apostam que a evasão surge pela falta de materiais e instalações adequadas para a realização da aula, a carência de profissionais capacitados, além de problemas sociais e familiares.

Neto, Feres Alfredo (2010), relaciona a evasão aos aspectos externos da escola, como: problemas familiares, sociais e econômicos.

4. PROPOSTA

Discutir propostas que sejam eficazes para que a educação física seja capaz de diminuir a evasão, torna-se fundamental para os dias atuais que em seu cotidiano vem crescendo mais e mais. A educação física é discriminada no âmbito escolar e deve fazer a diferença.

Temos de elaborar um ensino inclusivo para que os alunos que não tenham muita habilidade em qualquer atividade sintam-se a vontade para participar, com incentivo dos colegas de classe e principalmente pelos educadores. Todo o corpo docente deve ajudar na concretização do trabalho para que este seja bem sucedido.

Uma das propostas seria fazer da brincadeira um instrumento essencial para atrair os adolescentes para a atividade física e, assim, despertar o interesse nas aulas, que seriam desenvolvidas de acordo com a necessidade de cada aluno.

Quando falamos em educação física podemos também trabalhar de forma interdisciplinar, englobando outras áreas do conhecimento, como, por exemplo, meio ambiente, iremos trabalhar com a importância da prevenção. Esta atividade pode ser proposta na aula de educação física através de uma caminhada ecológica, destacando a importância da prevenção da natureza e os benefícios desta para os seres humanos. Com isso estaremos incentivando também uma prática física que é a caminhada.

Outro fator importante está na inclusão. Acreditamos que o combate a evasão, é mais eficaz quando conseguimos fazer com que principalmente os alunos que não tem muita habilidade nas atividades físicas, sintam-se inseridos no contexto da disciplina. Por isso, temos que realizar atividade física para todos, entrelaçando laços entre os alunos para que assim, eles possam incentivar e até mesmo motivar os alunos que não conseguem acompanhar as atividades.

Assim, com essas propostas, poderemos elaborar um planejamento de ensino qualitativo, em que as aulas terão realmente um significado e uma função para os alunos, consequentemente, estarão mostrando a real importância desta prática da educação física como parte indispensável para o processo do ensino médio.

5. METODOLOGIA DE ESTUDO

Para investigar os motivos que levam os alunos a não participarem das aulas de educação física escolar no ensino médio, realizamos  inicialmente uma pesquisa  bibliográfica, realizadas em sites, periódicos ,livros. Completamos esse estudo, realizando uma pesquisa de campo, utilizando um questionário vide modelo em anexo. Thomas e Nelson (2002, p. 280) afirmam que a pesquisa descritiva pode contribuir para a compreensão da prática pedagógica através da “observação, análise e descrição objetivas e completas” do fenômeno.

Foram selecionados a fazer parte da pesquisa, apenas os alunos que não participavam  das aulas de educação física escolar de ambos os sexos, e que fazem parte do  ensino médio.

Fizeram parte desse estudo, os alunos que concordaram voluntariamente a preencher o questionário contendo 12 (doze) questões abertas e fechadas.  O levantamento de dados foi realizado através de um questionário semi-estruturado havendo 12 (doze) questões, construído especialmente para esta pesquisa, feito para  a conhecer a opinião dos alunos, sobre os motivos que levam a evasão nas aulas de educação física escolar no ensino médio.

6. ANALISE DE DADOS

A pesquisa foi realizada com vinte educandos, de uma escola pública no bairro de campo grande na zona oeste do rio de janeiro, visando o entendimento sobre as questões abordadas neste trabalho.

Foi questionado inicialmente como os alunos queriam que fossem as aulas de Educação Física, e 50% responderam que queriam que fossem mais diversificada, 40% responderam que as aulas poderiam conter assuntos e atividades que fazem parte da atualidade, e 10% afirmam que não gostam das aulas por só conter as mesmas atividades, mas não mudariam nada.

Os alunos sentem-se entediados, pois a rotina por praticar as mesmas atividades desmotiva-nos a participar das aulas.

Quando perguntado se os alunos gostavam quando o professor de educação física fazia uso de práticas desportivas, 80% afirmaram que não gostavam, e 20% afirmavam que sim.

O uso contínuo de práticas desportivas reduz a aula aos alunos que possuem certa habilidade, fazendo com que os alunos se dividam em dois grupos distintos, os que praticam as aulas e os que observam.

Outro questionamento desta pesquisa foi em entender se os alunos estão satisfeitos com a metodologia aplicada nas aulas de educação física, e 90% disseram que não e apenas 10% disseram que sim.

Todos os alunos insatisfeitos com as metodologias utilizadas nas aulas questionam o porquê das aulas serem repetitivas.

Também foi perguntado se o professor de educação física consegue motivar o aluno o suficiente para que participe das aulas, e todos afirmaram que não. Os  que não participam dizem que não se sentem motivados pelos professores.

Outra pergunta foi se os eles sentem alguma diferença no desenvolvimento de uma aula de educação física ministrada por um profissional feminino, e todos afirmaram que não. Pode-se ainda observar que o despreparo e a falta de atualização causam a evasão nas aulas de Educação Física.

Foi perguntado se o colégio possui material apropriado para variação das aulas e todos afirmaram que não. A instituição de ensino só dispõe de rede de vôlei, bolas e uma quadra, impossibilitando uma diversificação das aulas.

Nas entrevistas com os alunos quando perguntado se havia algum integrante do seu núcleo familiar que pratica atividade física, 60% afirmaram que sim e 40% afirmaram que não.

Nesta pergunta obtivemos as respostas mais variadas como irmão que joga futebol; primo que pratica judô; um tio que joga tênis; um primo que pratica surf, uma prima que pratica salto em distância e por ultimo, uma tia que pratica natação. Podemos observar que em seus âmbitos familiares existem estímulos para praticar atividades físicas, mas na maioria das vezes, este  estimulo não é o suficiente.

Outro questionamento foi se os alunos se sentem estimulados para participar das aulas de educação física na escola, e todos afirmaram que não. Dentre as variadas respostas as que mais nos chamou atenção foi, “o professor só pensa em deixar os alunos jogando bola, eu que não sei jogar fico fazendo trabalhos de outras matérias”, outra aluna relatou que “as aulas são sempre repetitivas e não tem nada interessante!” E por fim, uma aluna desabafou afirmando que eu não conheço o trabalho de outras escolas, mas com certeza a particular deve ter mais recursos,  porque nas escolas públicas os professores não tem materiais, etc, que são necessários para uma boa aula.”

Também foi questionado se o professor de educação física mostra segurança na hora de aplicar o conteúdo de aula e todos afirmaram que sim. Mas muitas vezes, não parecem estar preocupados se todos os alunos irão participar.

Foi perguntado se os alunos têm tempo para praticar atividades físicas fora do âmbito escolar, e 60% afirmaram que sim, mas 40% afirmaram que não.

E por último, foi investigado se o aluno faz uso de algum meio de transporte para chegar à escola, e 70% disseram que sim.

Todos os alunos que utilizam meios de transporte para chegar à escola, utilizam ônibus, sendo que alguns deles chegam a pegar dois ônibus coletivos por dia.

7. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O objetivo deste estudo foi o de investigar as prováveis causas da evasão nas aulas de Educação Física no Ensino Médio. Sendo assim, após o termino da pesquisa de campo, podemos concluir que a evasão no ensino médio se encontra vinculada ao uso de praticas desportivas e também pela falta de metodologia ao aplicar suas aulas.

Muitos professores não estão preocupados em motivar seus alunos, por isso, não planejam aulas, não tem um objetivo ou finalidade determinada anteriormente e limita-se a jogar a bola para que alunos joguem futebol ou aquilo que lhes der vontade. Partindo desse pensamento, os educadores apenas vinculam à educação física a mera prática esportiva ou como simples momento de recreação e lazer que não é o que visa às metodologias de ensino da educação física enquanto componente curricular.

Os professores que ministram aula no ensino médio têm que entender que a educação física deve fazer parte da educação como um todo, não sendo considerada uma matéria à parte do currículo, mas sim uma disciplina que tem a responsabilidade, assim como todas as outras, de proporcionar o desenvolvimento cognitivo, físico e psicossocial do aluno do ensino médio.

Talvez, os professores do Ensino Médio tenham essa postura verificada porque são estes mesmos professores que atuam no Ensino Fundamental, onde se deveria construir a cultura sobre o que e como é utilizada a Educação Física escolar.

Com a observação dos fatos que notamos e citamos no estudo realizado podemos afirmar que o professor de Educação Física Escolar ao exercer sua função deve manter-se atualizado e buscando sempre renovar seu conhecimento em toda a sua área de atuação, proporcionando atividades que educam, desenvolvam e que motivem os alunos, para que a evasão de suas aulas possa ser o mínimo possível.

8. REFERENCIAS

ALMEIDA, Pedro Celso. O Desinteresse pela Educação Física no Ensino Médio. Revista Digital. Buenos Aires, ano 11, n 106, Mar. 2007.EFDeportes.com.

ALMEIDA, Acad. Pedro Celso de; CAUDURO, Dra Maria Teresa. O desinteresse pela educação física no ensino médio. EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, Ano 11, Nº 106, março 2007.

BALBÉ, Giovane Pereira. Educação Física escolar: aspectos motivadores. Revista Digital - Buenos Aires - Año 13 - N° 124 – Setembro de 2008.

BRACHT, Valter. Esporte na escola e esporte de rendimento. Movimento - Ano VI - Nº 12 - 2000/1. Disponível em: Acesso em: 25 de Abril de 2013.

DARIDO, Suraya Cristina. A Educação Física na Escola e o Processo de Formação dos Não Praticantes de Atividade Física. Rev. bras. Educ. Fís. Esp., São Paulo, v.18, n.1, p.61-80, jan./mar. 2004. Disponível em: Acesso em: 22 de Abril de 2013.

DARIDO, Suraya Cristina. A educação física na escola e o processo de formação dos não participantes de atividades físicas. Rev. bras. Educ. Fís. Esp., São Paulo, v.18, n.1, p.61-80, jan./mar. 2004.

FULLE, Alexandra, et al. Modelos de ensino, nível de satisfação e fatores motivacionais presentes nas aulas de educação física. R. da Educação Física/UEM. Maringá, vol. 16, N° 2, p. 145-154, 2005

ULASOWICZ, Carla; PEIXOTO, João Raimundo Pereira. Conhecimentos Conceituais e Procedimentais na Educação Física Escolar: A Importância Atribuída Pelo Aluno. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte – 2004

MAÇANEIRO, Rafael; et al. Aspectos motivacionais dos alunos do ensino médio nas aulas de Educação Física. EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, Ano 16, N° 156, mai de 2011.

MARZINEK, Adriano; ALFREDO NETO, Feres Alfredo. A motivação de adolescentes nas aulas de educação física. EFDeportes.com, Revista Digital - Buenos Aires, Ano 11, N° 105, fev de 2007.

MARTINELLI, Rodrigues Camila; et al. Educação Física no ensino médio: Fatores psicológicos. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte, Vol. 5 N° 2:, 2006.

MATTOS, M. G.; NEIRA, M. G. Educação física na adolescência: construindo o conhecimento na escola. São Paulo: Phorte Editora. 2000.

REGO NETO, Álvaro Rego; Et al. Evasão Escolar e desinteresse dos alunos nas aulas de educação física. Pensar a Prática, Goiânia v.13, Numero 2, p. 1 – 15 ago, 2010.

SILVA, Cândido W. Francisco, et al. Evasão nas aulas de Educação Física Escolar. EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires. Ano 14. N°134. Jul de 2009.

THOMAS, J.R. e NELSON, J.K. Método de Pesquisa em Atividade Física; Trad. Ricardo Petersen... (et al). 3ed. – Porto Alegre: Artmed, 2002

ULASOWICZ, Carla; PEIXOTO, João Raimundo Pereira. Conhecimentos Conceituais e Procedimentais na Educação Física Escolar: A Importância Atribuída Pelo Aluno. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte – 2004

9. ANEXO

Pseudônimo: __________________________________________  Sexo: ________

Tempo de experiência: ________________________ Nível de Atualização: _______

Possui algum curso de Atualização/Especialização: __________________________

  1. Como que você queria que fossem as aulas de educação física? Justifique sua resposta.
  2. Você gosta quando o professor de educação física faz uso de práticas desportivas?     (  ) Sim  (  ) Não
  3. Você está satisfeito com a metodologia aplicada nas aulas de educação física?

() Sim() Não

  1. O professor de educação física consegue te motivar o suficiente para você querer praticar a aula?  (  ) Sim  (  ) Não
  2. Para você há diferença no desenvolvimento de uma aula de educação física ministrada por um profissional feminino?  (  ) Sim (  ) Não
  3. Para você qual o melhor horário para pratica de educação física?
  4.  O colégio possui material apropriado para variação das aulas? Justifique sua resposta.    (    ) Sim      (    ) Não. 
  5. Algum integrante do seu núcleo familiar pratica atividade física? Em caso positivo diga quem é e quais atividades eles praticam. (  ) Sim   (  ) Não
  6. Você se sente estimulado para participar das aulas de educação física na escola? Em caso positivo, diga às atividades que mais interessam. Em caso negativo enumere algumas coisas que o desestimulam a esta prática. Justifique sua resposta. (    ) Sim      (    ) Não. 
  7. O seu professor de educação física mostra segurança na hora de aplicar o conteúdo de aula?  (  ) Sim  (   ) Não
  8. Você tem tempo para praticar atividades físicas fora do âmbito escolar? (  ) Sim  (  ) Não
  9. Você faz uso de algum meio de transporte para chegar à escola? Em caso afirmativo, diga qual.

Por dairton luiz barboza de andrade




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